terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Meios de Comunicação em Paulínia


Depois do boom da internet os meios de comunicação em Massa, tv, jornais e rádios, tentam rapidamente se adaptar a novo realidade sem perder seus poderes de influenciar a massa popular. 
Procurei o setor de imprensa de Paulínia para esclarecer algumas dúvidas. Os meios de comunicação que veiculam em Paulínia são jornais (impresso), rádio, revistas, sities e tvs regionais, porém esses MCM- Meios de Comunicação em Massa- não necessitam ter credenciamento ou registro no setor de imprensa da cidade sendo o controle responsabilidade de outros setores, como o jurídico. De acordo com o bate-papo com o diretor adjunto de imprensa da prefeitura municipal, Paulínia não possui leis específicas para regulamentação da imprensa local, essas entidades devem acatar leis Estaduais e Federais. Não há nenhum tipo de fiscalização, por parte da prefeitura, sobre os órgãos de informação da cidade. Entidades políticas, religiosas e particulares podem criar MCM com codinomes como se fossem subprodutos com o conseqüência de ter que responder o judiciário.
Em Paulínia possuímos muitos desses meios de comunicação de partido políticos e igrejas que parecem ser independente, mas defendem seus interesses particulares. Esses meios de comunicação, algumas vezes, acabam confundido os receptores (leitores, ouvintes, e telespectadores). Agora em ano político, informações falsas, mentirosas e tendenciosas ganham espaço na mídia afim de atacar candidatos e defender outros, são poucos os jornais da cidade que estão comprometido em apenas passar informações a sociedade de forma neutra, independente de opiniões pessoais e de pequenos grupos ou patrocinadores. 
Fica a população obrigada a escolher quais informações receber e seus critérios para acreditar nas noticias, mas fato é que nunca se pode confiar cem por cento em tudo que se recebe, pois há muitos interesses por trás delas.
Aproveitam a falta de fiscalização de órgãos municipais para propagar o que bem intenderem, poucas alternativas tem os receptores de confirmar a veracidade dos fatos recebidos e outras informações como a tiragem e os objetivos do meio de comunicação.
Cabe a nós, leitores, ouvintes, e telespectadores fiscalizar e ter bom senso sobre as informações que recebemos.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Subvenção à entidades sociais de Paulínia


Foi veiculado em Paulínia nessa semana um "MANIFESTO DE REPÚDIO AO REVANCHISMO POLÍTICO"  declarando a posição do PRTB- Partido Renovador Trabalhista Brasileiro de Paulínia sobre a situação política da cidade.
O manifesto com uma faixa de "luto" impressa, destaca o inicio das disputas políticas do ano eleitoral de 2012, e diz ser comum  aos candidatos e partidos políticos tentar "desgastar a administração" ultrapassando os "limites do bom senso" por pessoas "cegas pela ambição do poder". No texto afirma ser jogo político o atraso na votação na lei nº 90/11 que dispões sobre a autorização para concessão de subvenções sociais a entidades de ajuda assistências como o CACO (centro de ação comunitária), APAE, Amigos Unidos por amor contra o câncer entre outras. E culpa os vereadores Bonavita, Custódio e Siméia Zanom (vereados compositores da comissão de finanças) pelo atraso da liberação da subvenção, levando a política do "quanto pior, melhor". Se opondo ao "revanchismo político" o manifestos receberam apoio dos partidos: PSB, PRTB, PTdoB, PRP, PTN, PPS, PP, PSL.
A lei nº90/11 foi posto em votação ontem 20 de janeiro na primeira sessão extraordinária da câmara municipal de Paulínia em 2012. Foi liberado a tribuna para que os vereadores compositores da comissão de finanças (Bonavita, Custódio e Siméia Zanom) fizessem as colocações sobre a lei. Os vereadores aproveitaram para esclarecer as acusações do manifesto, e fizeram suas defesas pessoais.
O Senhor Bonavita ressaltou que nos seus 20 anos de legislador nunca aconteceu tal problema, e culpa a prefeitura pelo atraso da votação já que recebeu a solicitação da lei na semana em que a câmara saiu de resseso, falou que em Paulínia estamos com "falta de comando político" referindo-se a gestão da cidade. Pediu desculpas pelo atraso, "as entidades tem meu total respeito". Ressaltou que o manifesto não passa de mentiras  tendenciosas, e levantou o questionamento da veracidade da tiragem do manifesto que era de 3 mil.
A vereadora Siméa Zanom sublinhou que começou a luta política e o "Salve-se quem puder", ano em que "as casas ficam forrados de panfletos e jornais" referindo-se ao manifesto e também a outra carta destinada aos funcionário do CACO corrigindo pontos desta ultima. A legisladora ressaltou que já havia liberado a subvenção ainda em 2011 antes de sair de férias. Culpou a prefeitura pelo atraso da liberação da subvenção "continuo afirmando: temos um governo de mentiras". Levantou a questão da seriedade dos meios de comunicação da cidade "que divulgam mentiras. divulgam qualquer coisa sem investigar ou verificar a veracidade dos fatos".
Foi lida os questionamentos que a câmara fez a prefeitura destacando a a frase "esperamos respostas completas e verdadeiras", em seguida foi lido as respostas que não respondeu as perguntas de forma direta, mas jogando a responsabilidade desta sobre outros órgãos. A lei que concede subvenções de mais de R$20 milhões para 14 entidades sociais foi posta em votação e aprovada por unanimidade dos presentes, o vereador Jurandir Matos (PSB) não compareceu.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Natal da Luzes

Um natal de muita luz, pouca iluminação.

Preciso parabenizar os responsáveis pelo natal das luzes de Paulínia, todos os detalhes dos enfeitas, as árvores de luz, tudo muito belo, ainda mais quando se compara com outras cidades. O centro da cidade ficou muito bonito com as luzes nas árvores  e os pinheiros de natal de luz nos bairros.
No que se refere ao evento "natal da luzes 2011" alguns pontos, infelizmente, precisam ser destacados, pois ainda precisam ser melhorado para os próximos anos. Como por exemplo a pouco iluminação. No natal da luzes tínhamos de fazer um grande esforço para enxergar alguém no parque Zeca Malavazi pela pouco iluminação. Foi um grande evento, grande mesmo literalmente. Quanta gente? Quando fui, fiquei com medo de me perder no meio da multidão. Isso só faz evidente o que já deviam ter feito a muito tempo: a descentralização do evento, ou seja em vez de colocar toda a programação em um só lugar, se deveria dividir em outras localidades da cidade, incentivando assim os turistas conhecerem a cidade, além de dar uma aliviada no grande fluxo, oferecendo atividades alternativas. 
Parabéns aos organizadores do evento e os idealizadores da decoração, ficou realmente de tirar o chapéu.

Feliz 2012


Dois mil e dose acaba da começar e "Paulínia Quer Saber" deseja a todos de muitas realizações, que nesse ano possamos alcançar todos nossos objetivos.
Esse será um ano muito importante para cidade, ano de eleições. Os políticos já começaram a agitação, e a busca por eleitores estará mais acirradas, mas desta vez, nós eleitores, estaremos mais atentos e críticos. Que venham os bons, os políticos com responsabilidade social e que possa saber identificar os reais problemas da sociedade e não usa-las apenas para ser eleito, mas para resolvê-los.
 Venha os políticos que estão interessados em enganar o povo e quer um cargo apenas por questões partidárias, pelo salário ou para defender interesses particulares e de pequenos grupos, que nós, população, vamos mostrar quem é quem manda e os colocar em seus devidos lugares: fora do poder. 
Vamos juntos, ficar atentos aos problemas da cidade, vamos lutar para resolvê-los e vamos mostrar a força da população. 
Bem Vindo 2012!!!

sábado, 17 de dezembro de 2011

Lâmpada Fluorescente


As lâmpadas Fluorescentes surgem no mercado garantindo economia e sustentabilidade. 
Na cidade de Paulínia os postes de luz são, em sua maioria, de lâmpadas que geram uma luz amarelo/ laranja de pouca iluminação. Algumas cidades estão aderindo as novas lâmpadas deixando as cidades mais iluminadas e diminuindo o consumo de energia, além de tornar o município mais bonito e seguro.
As lâmpadas de filamento além de gerar baixa iluminação, gera calor o que faz consumir energia demasiadamente, tem seu tempo de vida útil inferior a da fluorescente que não gera calor e tem maior propagação da luz.
Segundo o sitie www.swu.com.br se todas as lâmpadas de filamento fossem trocadas pelas fluorescente, conseguiríamos neutralizar as emissões de CO² ao equivalente a 4 milhões de carros.
A gestão de Paulínia, deve tomar medidas, em conjunto com a empresa responsável pela iluminação publica, para substituir as lâmpadas da cidade, por uma mais econômica e de maior iluminação como as fluorescentes, LED e lâmpadas de vapor metálico, promovendo a sustentabilidade,  tornando mais admirável e garantindo a segurança da população. Estas medidas devem começar na iluminação publica, passar pelas empresas, chegando todas as residências.


quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Muros em Paulínia





Por onde se olha há muros separando uma classe privilegiada dos demais. Os condomínios seguem uma grande tendência no setor imobiliários, ganhando espaço considerável da cidade, destacando destarte, a diferença social existente.
Condomínio é o direito que tem um grupo de pessoas ser donas de um bem em conjunto, mais comum estão os edifícios e conjuntos habitacionais (murados), administrado por uma das partes seja uma pessoa física ou jurídica.  Temos legislação específica (Lei do condomínio- Lei 5591/64) para esse tipo de construção que vem ganhando força no município. Vários fatores políticos e sociais fazem as pessoas optarem por residir nesses locais, que garantem segurança, área de lazer, área verde e contato com a natureza, área para esporte, entretenimento, alguns oferece até centros comerciais e principalmente Status. Esses benefícios em alguns casos (temos de levar em consideração as exceções) não são encontrados nas cidades, ou se são estão em estados diminutos.
Nem todos da sociedade tem condições financeiras de habitar nessas micro-cidades, o que intensifica a linha que separa as classes sociais onde aquele que possui capital e riqueza tem, com qualidade, todos os benefícios que uma cidade deve oferecer a seus moradores enquanto a outra fatia da população, aquela trabalhadora e que sustenta o poder, menos privilegiadas, tem de se contentar com as condições disponíveis a eles, mesmo que precário.
Na era medieval os nobres senhores, proprietário das terras muravam suas propriedades e "cedia" uma gleba aos camponeses em troca de seu serviço e porcentagem de seu cultivo. O poder ficava por conta da Igreja e dos grandes senhores feudais. 
Muros (tangível e intangível) durante toda a história tiveram significados de separação de classes,de ideologias, de poder e de povos. Destaca-se o muro de Berlim, dividindo a Alemanha e o mundo em capitalismo e socialismo; a Muralha da China que separa esse país dos demais o que garantiria segurança a seu povo; O Apartheid que dividiria a população negra da branca na África do Sul; Nos dias atuais destaca, o Muro da Cisjordânia e Palestina separando dois povos com ideologias religiosa dentista e o Muro dos Estados Unidos com o México  com o objetivo de evitar migração.
Para participar dos condomínios se deve seguir certas normas de arquitetura e engenharia, essas pessoas ficam presas ao controle dita "do grupo" ou dos grandes administradores da empreitada. 
Esses núcleos urbanos dispensam o contato de seus moradores com a cidade, mas deve ficar claro que eles fazem parte de um conjunto e não um caso a parte, independente da cidade onde se está instalado. 
Se juntar todos os muros dos condomínios localizados em Paulínia é possível cercar no mínimo metade da cidade. Portanto deve se ter controle para não acontecer uma construção desfreada de grandes construturas, privatizando a cidade, e assim deixando de ser município e passando a ser um aglomerado de bairros murados e independentes.
É de fundamental obrigação dos representantes do povo oferecer condições justa de habitação, segurança e conforto a toda população deixando de ser cogente buscar as necessidades humanas (segurança e conforto) nesses empreendimentos caros, segregando a sociedade e as classes. Deve se criar maior controle e critérios específicos na legislação municipal para esses "Bairros Privados" que os isolam de todo o resto da sociedade.
"Os muros erguidos, cada vez mais altos. O grito de socorro cada vez mais mudo. O próximo tornou-se alheio." Rosicleide David

(Imagem: internet fernandonogueiracosta.wordpress.com)

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Desigualdade em coletivo de Paulínia


A superlotação nos ônibus circulares de Paulínia é um grande problema a ser enfrentado, um problema que causa irritação e revolta na população. O serviço administrado pela empresa Passaredo mantem o monopólio do transporte na cidade e faz o que quiser, colocando seus passageiros em situações desagradáveis. 
A empresa conseguiu capital suficiente para renovar sua frota de ônibus, mas não ampliou o número de coletivos na cidade. Os novos veículos possuem três portas, sendo a do meio destinada somente ao acesso de cadeirantes. 
Hoje  na linha Rodoshopping-Cooperlotes (≈15:15) um jovem desinformado de uma terceira porta no ônibus e onde deveria sair, esperou que a porta do meio fosse aberta, o cobrador indicou por onde ele deveria sair e enquanto ele se dirigia a outra porta, pulando e esbarrando nos passageiros que enchiam os corredores o motorista simplesmente não o esperou desembarcar. Os demais passageiros em um coro desordenado gritavam para o motorista parar, mas de nada adiantou. O jovem teve de descer no próximo ponto com uma distância considerável de seu destino.
Uns três pontos a frente o motorista parou e abriu a porta do meio (destinada aos cadeirantes) a uma funcionária da empresa, o que só fez aumentar a a revolta dos passageiros que reclamavam da situação inaceitável, pois todos temos direitos iguais, assim como não foi possível abrir a porta para o jovem também não deveria ser aberto para a funcionária da viação. Pequenas atitudes erradas e desiguais só estreita  a democracia e os direitos sociais, cabe a população não aceitar tais atitudes como normais e tomar providências para que isso não volte a acontecer.