Depois do boom da internet os meios de comunicação em Massa, tv, jornais e rádios, tentam rapidamente se adaptar a novo realidade sem perder seus poderes de influenciar a massa popular.
Procurei o setor de imprensa de Paulínia para esclarecer algumas dúvidas. Os meios de comunicação que veiculam em Paulínia são jornais (impresso), rádio, revistas, sities e tvs regionais, porém esses MCM- Meios de Comunicação em Massa- não necessitam ter credenciamento ou registro no setor de imprensa da cidade sendo o controle responsabilidade de outros setores, como o jurídico. De acordo com o bate-papo com o diretor adjunto de imprensa da prefeitura municipal, Paulínia não possui leis específicas para regulamentação da imprensa local, essas entidades devem acatar leis Estaduais e Federais. Não há nenhum tipo de fiscalização, por parte da prefeitura, sobre os órgãos de informação da cidade. Entidades políticas, religiosas e particulares podem criar MCM com codinomes como se fossem subprodutos com o conseqüência de ter que responder o judiciário.
Em Paulínia possuímos muitos desses meios de comunicação de partido políticos e igrejas que parecem ser independente, mas defendem seus interesses particulares. Esses meios de comunicação, algumas vezes, acabam confundido os receptores (leitores, ouvintes, e telespectadores). Agora em ano político, informações falsas, mentirosas e tendenciosas ganham espaço na mídia afim de atacar candidatos e defender outros, são poucos os jornais da cidade que estão comprometido em apenas passar informações a sociedade de forma neutra, independente de opiniões pessoais e de pequenos grupos ou patrocinadores.
Fica a população obrigada a escolher quais informações receber e seus critérios para acreditar nas noticias, mas fato é que nunca se pode confiar cem por cento em tudo que se recebe, pois há muitos interesses por trás delas.
Aproveitam a falta de fiscalização de órgãos municipais para propagar o que bem intenderem, poucas alternativas tem os receptores de confirmar a veracidade dos fatos recebidos e outras informações como a tiragem e os objetivos do meio de comunicação.
Cabe a nós, leitores, ouvintes, e telespectadores fiscalizar e ter bom senso sobre as informações que recebemos.






