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terça-feira, 27 de maio de 2014
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Câmara de Paulínia tenta manter a ordem deixando a população fora do plenário
Ontem com a crença de que seria uma das sessões mais polêmicas até o momento, a direção da câmara municipal tentou armar um sistema de segurança, chamando a presença da guarda municipal e da polícia civil, na entrada detector de metais, e o pior: só entraria no plenário quem possuísse senha.
Esse não seria um grande problema se o sistema de áudio no hall de entrada da câmara fosse eficiente, mal dava para ouvir as falas dos nobres vereadores, enquanto a guarda municipal limitou a entrada no plenário, tentando evitar a lotação. É importante ressaltar que dentro do plenário a lotação máxima é de 400 pessoas, e lá dentro tinha 270, enquanto do lado de fora, segundo um guarda municipal, tinha cerca de 100 pessoas, com certeza essas pessoas poderiam ter assistido a sessão de dentro do plenário. Se querem manter a população longe dos vereadores, então porque não transmitir a sessão online via web? Assim a população pode assistir no conforto de sua casa.
Por algum motivo as placas que informa a lotação máxima do recinto foram retiradas. Se o sistema era evitar a confusão, posso atestar que não deu certo. A final as pessoas que foram para protestar e até mesmo criar confusão, entraram e entrariam de qualquer forma. Inclusive algumas senhas foram retiradas por personalidades públicas que sabiam desse sistema para essas pessoas.
Como podem falar que o sistema foi para evitar a confusão, sendo que a guarda estava presente para evitar isso, agora deixar as pessoas sem conseguir ouvir a sessão na entrada da câmara. Depois os vereadores reclamam que a população não participa da democracia. Como participar se os tentam manter o mais longe possível?
Problema é a generalização, todas as pessoas vão causar confusão, todas as pessoas tem lado político, todas as pessoas só vão à câmara para fazer bagunça, todas as pessoas vão usar como palanque político, todos não sabem votar, todos não reclamam por seus direitos, visão totalmente errada que deve ser evitada e inibida, a realidade não é assim, os acontecimentos que justificam algumas das frases a cima são exceção.
Se cadeiras a mais fossem colocadas caberiam mais pessoas sentadas, a sessão poderia estar comprometida por vários motivos e não a permissão da entrada das pessoas, até porque a no mesmo local já ouve eventos que suportou mais gente como a posse do prefeito, por exemplo. A presença popular é muito importante, e garantir que todos tenham acesso à sessão pública da câmara municipal é fundamental para a democracia.
Esse não seria um grande problema se o sistema de áudio no hall de entrada da câmara fosse eficiente, mal dava para ouvir as falas dos nobres vereadores, enquanto a guarda municipal limitou a entrada no plenário, tentando evitar a lotação. É importante ressaltar que dentro do plenário a lotação máxima é de 400 pessoas, e lá dentro tinha 270, enquanto do lado de fora, segundo um guarda municipal, tinha cerca de 100 pessoas, com certeza essas pessoas poderiam ter assistido a sessão de dentro do plenário. Se querem manter a população longe dos vereadores, então porque não transmitir a sessão online via web? Assim a população pode assistir no conforto de sua casa.
Por algum motivo as placas que informa a lotação máxima do recinto foram retiradas. Se o sistema era evitar a confusão, posso atestar que não deu certo. A final as pessoas que foram para protestar e até mesmo criar confusão, entraram e entrariam de qualquer forma. Inclusive algumas senhas foram retiradas por personalidades públicas que sabiam desse sistema para essas pessoas.
Como podem falar que o sistema foi para evitar a confusão, sendo que a guarda estava presente para evitar isso, agora deixar as pessoas sem conseguir ouvir a sessão na entrada da câmara. Depois os vereadores reclamam que a população não participa da democracia. Como participar se os tentam manter o mais longe possível?
Problema é a generalização, todas as pessoas vão causar confusão, todas as pessoas tem lado político, todas as pessoas só vão à câmara para fazer bagunça, todas as pessoas vão usar como palanque político, todos não sabem votar, todos não reclamam por seus direitos, visão totalmente errada que deve ser evitada e inibida, a realidade não é assim, os acontecimentos que justificam algumas das frases a cima são exceção.
Se cadeiras a mais fossem colocadas caberiam mais pessoas sentadas, a sessão poderia estar comprometida por vários motivos e não a permissão da entrada das pessoas, até porque a no mesmo local já ouve eventos que suportou mais gente como a posse do prefeito, por exemplo. A presença popular é muito importante, e garantir que todos tenham acesso à sessão pública da câmara municipal é fundamental para a democracia.
domingo, 13 de outubro de 2013
É meio relativo
O tempo passa em sua lentidão infinita e se mostra para nós, simples humanos e integrantes de um gigantesco sistema, veloz e destruidor. O tempo transforma com suas mãos presentes e invisíveis aos olhos do homem. Quando o tempo resolve se misturar com o espaço então...é melhor abrir um horário na agenda para tomar um café com Einstein para que tente explicar um pouco sobre sua teoria da relatividade.
E relatividade é uma boa palavra para definir Paulínia nos últimos tempos. "O tempo pode passar mais rápido para uns e mais devagar para outros. Quando um corpo está em movimento, o tempo passa mais lentamente para ele.". O prefeito empossado, com a segunda colocação nas urnas, José Pavan Junior começou seu governo com cortes de gastos e continuou sua ação de tentar apagar da cidade os feitos públicos de seu ex amigo Edson Moura.
O caso de Edson Moura Junior (que substituiu o pai na véspera das eleições) chegou até o Supremo Tribunal Eleitoral, onde os ministros reconheceram que não permitir que o prefeito, eleito pela cidade, de assumir a prefeitura estariam ignorando a lei que os próprios criaram para permitir a substituição de ultima hora. Bons motivos pra revê-la.
A cidade sem prefeita e dividida em três principais grupos: os apoiadores de Pavan, os Apoiadores de Moura, e os demais. Em julho a justiça Eleitoral determinou que Edson Moura Junior assumisse o governo. Fogos! A tão esperada e planejada festa aconteceria.
Em uma estrutura montada entre o teatro e a prefeitura, lotada de apoiadores e personalidades políticas, Edson Moura Junior, já diplomado pelo cartório eleitoral e empossado pela câmara municipal, destacou os problemas da administração passada e prometeu arrumar os pontos omissos de seu antecessor. Um discurso cheio de promessas que acalmaria qualquer um preocupado com o futuro da cidade. Mal pode descansar do dia agitado da posse, e já tinha pilhas de papéis para assinar e outras de problemas para resolver.
O apoio político eleitoral sempre foi objeto de troca por cargos na prefeitura. Moura Junior precisava retribuir os apoiadores e principalmente conseguir novas alianças, já que chega no poder com minoria no legislativo, imagem desgastada no judiciário e carregando nas costas esperanças de muitos eleitores.
Aos poucos começa a preencher os cargos de confiança e a engatar as rodas no trilho. Cada nome indicado como CC era comemorado pelos próprios para infelicidade de outros.
Uma outra polêmica notícia teve a abordagem por alguns escritores que julgaram como vingança política, outros como corte de gastos desnecessário e alguns como pegar de volta uma responsabilidade da prefeitura jogada no colo do CACO- Centro de Ação Comunitária e AIJ- Associação Infância e Juventude. A prefeitura cortou as subvenções das duas entidades que dependiam dela para se manterem. A ação inesperada gerou confusão na câmara, protestos na cidade e muitas vaias ao prefeito.
Os Estados Unidos da América se justificou para o governo brasileiro , por espionar a rede de telefonia e internet, que foi uma forma de garantir a segurança nacional e evitar atentados terroristas. Complicado vai ser a justificativa para o sistema de espionagem no gabinete do prefeito. Para alguns, presente do prefeito anterior por estratégia eleitoral, para outros foi descoberto o que já estava lá na gestão passada.
Alguns apoiadores se mantem calmos observando desconfiado as ações do governo que eles elegeram, outros grupos políticos armam artifícios para reverter a situação e manter Moura Junior longe da prefeitura. Também existem os que conseguem pagar suas dívidas eleitorais ocupando cargos de confiança. Tudo isso enquanto milhares de paulinense dependem das decisões tomadas na câmara Ulisses Guimarães e no palácio 28 de fevereiro.
Enquanto alguns grupos acreditavam na excelência política da gestão passada e desmentem a qualquer custo que existiu algum problema, enquanto para outros foi passada uma administração esquecida, abandonada e sucateada, enquanto outros variam de acordo com o ponto que se observa. Contudo pode se destacar que todas as duas gestões tem/teve seus pontos falhos e suas meias dúzias de triunfos. Independente da posição, da confiança, da desconfiança, o tempo passa, a sociedade muda, as pessoas e as visões também.
O tempo passa para todos, mais rápido para os que não estou em movimento, os que ficam inerte no espaço, esperando que algo mude para ele.
O caso de Edson Moura Junior (que substituiu o pai na véspera das eleições) chegou até o Supremo Tribunal Eleitoral, onde os ministros reconheceram que não permitir que o prefeito, eleito pela cidade, de assumir a prefeitura estariam ignorando a lei que os próprios criaram para permitir a substituição de ultima hora. Bons motivos pra revê-la.
A cidade sem prefeita e dividida em três principais grupos: os apoiadores de Pavan, os Apoiadores de Moura, e os demais. Em julho a justiça Eleitoral determinou que Edson Moura Junior assumisse o governo. Fogos! A tão esperada e planejada festa aconteceria.
Em uma estrutura montada entre o teatro e a prefeitura, lotada de apoiadores e personalidades políticas, Edson Moura Junior, já diplomado pelo cartório eleitoral e empossado pela câmara municipal, destacou os problemas da administração passada e prometeu arrumar os pontos omissos de seu antecessor. Um discurso cheio de promessas que acalmaria qualquer um preocupado com o futuro da cidade. Mal pode descansar do dia agitado da posse, e já tinha pilhas de papéis para assinar e outras de problemas para resolver.
O apoio político eleitoral sempre foi objeto de troca por cargos na prefeitura. Moura Junior precisava retribuir os apoiadores e principalmente conseguir novas alianças, já que chega no poder com minoria no legislativo, imagem desgastada no judiciário e carregando nas costas esperanças de muitos eleitores.
Aos poucos começa a preencher os cargos de confiança e a engatar as rodas no trilho. Cada nome indicado como CC era comemorado pelos próprios para infelicidade de outros.
Uma outra polêmica notícia teve a abordagem por alguns escritores que julgaram como vingança política, outros como corte de gastos desnecessário e alguns como pegar de volta uma responsabilidade da prefeitura jogada no colo do CACO- Centro de Ação Comunitária e AIJ- Associação Infância e Juventude. A prefeitura cortou as subvenções das duas entidades que dependiam dela para se manterem. A ação inesperada gerou confusão na câmara, protestos na cidade e muitas vaias ao prefeito.
Os Estados Unidos da América se justificou para o governo brasileiro , por espionar a rede de telefonia e internet, que foi uma forma de garantir a segurança nacional e evitar atentados terroristas. Complicado vai ser a justificativa para o sistema de espionagem no gabinete do prefeito. Para alguns, presente do prefeito anterior por estratégia eleitoral, para outros foi descoberto o que já estava lá na gestão passada.
Alguns apoiadores se mantem calmos observando desconfiado as ações do governo que eles elegeram, outros grupos políticos armam artifícios para reverter a situação e manter Moura Junior longe da prefeitura. Também existem os que conseguem pagar suas dívidas eleitorais ocupando cargos de confiança. Tudo isso enquanto milhares de paulinense dependem das decisões tomadas na câmara Ulisses Guimarães e no palácio 28 de fevereiro.
Enquanto alguns grupos acreditavam na excelência política da gestão passada e desmentem a qualquer custo que existiu algum problema, enquanto para outros foi passada uma administração esquecida, abandonada e sucateada, enquanto outros variam de acordo com o ponto que se observa. Contudo pode se destacar que todas as duas gestões tem/teve seus pontos falhos e suas meias dúzias de triunfos. Independente da posição, da confiança, da desconfiança, o tempo passa, a sociedade muda, as pessoas e as visões também.
O tempo passa para todos, mais rápido para os que não estou em movimento, os que ficam inerte no espaço, esperando que algo mude para ele.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Carnaval de rua Paulínia 2013, Resgatando Tradições
Carnaval de Paulínia conhecido como um dos melhores da região de Campinas, teve estrutura reduzida a ponto de não ser manchete principal, um evento emocionante, divertido, cheio de surpresas misturada de confronto político e expectativas.
O evento que anteriormente acontecia no sambódromo e reunia milhares de pessoas de Paulínia e região, contava com shows de cantores e bandas famosas, e agora se resumia a uma pequena festa familiar de apenas um dia na principal avenida da cidade, a José Paulino.
Mas essa mudança trouxe incertezas, um boato rondou o município de que esse ano os paulinenses não teriam carnaval. O Carnaval, uma das festas mais consagrada do Brasil e esperada o ano todo. Somos um povo que adora festas, e mesmo que tudo vai mal, a economia está à beira de um abismo, ou uma catástrofe destrói tudo, quando uma ditadura sufoca a liberdade de expressão, ou quando o dinheiro não dá, nós encontramos força e esperanças para fazer música, dançar e ser feliz.
A mudança da festa fez, o pessoal das redes sociais, apostar que se deu por pouco tempo para contratar bandas e cantores e organizar um evento do porte dos anteriores, alguns julgou ser corte nos gastos, inversão de prioridades, outros birra política, e alguns só resgate de tradição mesmo.
A organização atendeu a demanda da festa com estrutura de palco, som e iluminação para a apresentação de bandas que animaram os foliões com tradicionais marchinhas carnavalescas. Espaço reservado para barracas de bebidas e comidas, banheiros e segurança.
O povo que pode se divertir no meio da avenida mais movimentada de Paulínia só precisa ir para a calçada para dar passagem aos blocos que animavam ainda mais a festa.
Na história blocos e marchinhas também eram uma forma divertida de fazer criticas a um governo e mostrar a realidade ao povo, e era isso que prometia a coligação do ex-prefeito Moura com o bloco "sorria Paulínia". Já era noite quando o grupo composto por simpatizantes, apoiadores e ex-candidatos a vereadores, mascarados de Edson Moura, esposa e filho desceram a avenida empunhados de cartazes com críticas ao prefeito atual, com direito a paradinha em frente ao palco para gritarem "fora Pavan", sendo assim interrompido pelo retorno da banda abafando os gritos do bloco.
O carnaval de Paulínia 2013, foi uma simples e animada festa, que emocionou paulinenses, resgatando tradições e boas lembranças de seus tempos de crianças quando se divertiam no evento que acontecia no mesmo local desse ano.
A organização atendeu a demanda da festa com estrutura de palco, som e iluminação para a apresentação de bandas que animaram os foliões com tradicionais marchinhas carnavalescas. Espaço reservado para barracas de bebidas e comidas, banheiros e segurança.
O povo que pode se divertir no meio da avenida mais movimentada de Paulínia só precisa ir para a calçada para dar passagem aos blocos que animavam ainda mais a festa.
Na história blocos e marchinhas também eram uma forma divertida de fazer criticas a um governo e mostrar a realidade ao povo, e era isso que prometia a coligação do ex-prefeito Moura com o bloco "sorria Paulínia". Já era noite quando o grupo composto por simpatizantes, apoiadores e ex-candidatos a vereadores, mascarados de Edson Moura, esposa e filho desceram a avenida empunhados de cartazes com críticas ao prefeito atual, com direito a paradinha em frente ao palco para gritarem "fora Pavan", sendo assim interrompido pelo retorno da banda abafando os gritos do bloco.
O carnaval de Paulínia 2013, foi uma simples e animada festa, que emocionou paulinenses, resgatando tradições e boas lembranças de seus tempos de crianças quando se divertiam no evento que acontecia no mesmo local desse ano.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Diplomação dos Candidatos Eleitos 2012
E o dia tão esperado chegou: a diplomação dos eleitos. Depois do recurso de Edson Moura Junior no TRE-SP ter sido rejeitado por quatro votos a dois, para infelicidades de alguns e para alegria de outros.Assim o candidato que ficou em segundo lugar assumiria o cargo de prefeito.
O terreno em frente a câmara lotados de carro, segurança reforçada, detector de metais e revistas para garantir a ordem. Plenária lotada, por volta das 9:15 h deu-se inicio a programação da diplomação dos candidatos eleitos no pleito de 2012.
Compondo a messa da sessão de diplomação estava o Juiz eleitoral da cidade Ricardo Ramos; A promotora Kelly Altieri; O delegado titular Antônio Correia da Silva; a Capitã da polícia Militar Rita de Cassia Perreira e o presidente da câmara Adilson Censi, Palito.
Com Muita alegria todos os candidatos eleitos por ordem de quantidade de votos ocuparam seus lugares. E os presentes em gritos e aplausos receberam José Pavan Junior para a Diplomação. Foram chamados para pegar seus diplomas e o "canudo" simbólico, alguns sobre palmas secas, outros a gritos e fortes aplausos.
Com a palavra a promotora Kelly ressaltou que os trabalhos nessa eleição foram focados para fazer valer a lei da "ficha limpa": "o processo eleitora foi penoso, marcado por acirradas disputas eleitorais, e que ficará na história" disse a promotora. Desejou que essa gestão seja honesta e trabalhe para o povo e encerrou editando o hino de Paulínia: "e como diz o hino da cidade, que Paulínia 'cresça risonha e alegre'".
O Juiz eleitoral ressaltou a importância de saber governar Paulínia sendo uma da cidades mais ricas do país. Destacou o fundamental papel dos funcionários do cartório eleitoral nessa eleição. E lembrou aos Diplomados que todas suas ações deve ter o "povo em primeiro lugar acima de interesses privado e particulares": "Cuidem da população de Paulínia como se fossem seus familiares, assim sempre que vossas excelência forem tomar uma decisão, editar uma lei, ou praticar ato administrativo irão fazer de forma correta, e não vão decepcionar aqueles que depositaram em suas mãos a difícil missão de Administrar esse município" e alertou "cumpram suas promessas, pois a população estará atenta".
Ovacionado Pavan Junior, se mostrou emocionado ao falar, creditando sua diplomação a Deus e ressaltando a importância da família. Lembrou de seu pai, ex-prefeito de cidade: "ele me dizia, você não é obrigado falar, a partir do momento que falar tem de cumprir". Disse que algumas áreas terão atenção especial, principalmente a saúde "iremos cumprir a risca nosso plano de governo". E agradeceu aos apoiadores e eleitores "e também aqueles que não nos apoiaram, porque hoje eu sendo eleito, sou prefeito de todos, e é minha obrigação trabalhar para todos", reforçou que irá se comprometer com a população e trabalhará para os que mais precisam.
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
O Mistério da Diplomação: Quem será o prefeito de Paulínia
No dia 19 de Dezembro (quarta-feira), acontecerá na Câmara Municipal de Paulínia, às 9h a diplomação dos candidatos eleitos no pleito de 2012 para vereador, prefeito e vice-prefeito.
A dúvida ronda em torno de quem será o prefeito diplomado. Quando perguntamos nas ruas se sabem quem foi o prefeito eleito a maioria diz não saber, ou não acompanhar o caso.
O prefeito eleito pelo voto popular foi Edson Moura Junior, entretendo a justiça eleitoral de Paulínia impugnou sua candidatura. Dessa forma o segundo candidato mais votado, José Pavan Junior, é considerado eleito.
Enquanto Moura aguarda recursos de instâncias superiores da justiça eleitoral, os convites já estão sendo impresso em nome de José Pavan Junior.
Após a diplomação a situação ainda pode se reverter dependendo do resultado do recurso de Moura no TRE, que está marcado para a próxima quinta-feira (13), ou se a justiça julgar o caso de abuso de poder de Pavan o tornando inelegível por oito anos.
Pode acontecer dos convites serem feitos com o nome do José Pavan, mas o diplomado será Moura Junior. Somente no dia 19 para sabermos quem será diplomado, e dia 1 de janeiro quem tomará posse.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Resumão das Eleições 2012
Dada o início das campanhas eleitorais, cinco partidos com suas respectivas coligações apresentaram seus candidatos: Edsom Moura, PMDB pela coligação "Sorria Paulínia"; PCdoB lançou Adilson Censi (Palito); Pela coligação "Paulínia, a mudança começa agora" saiu Dixon Carvalho do PT; E o PSB indicou José Pavan Junior na coligação "trabalho pra valer"; e o PMN saiu com o candidato Sanzio Rodrigues.
Já no inicio da campanha o Juiz eleitoral impugnou todos os candidatos a prefeito e os 267 candidatos a vereadores por não apresentarem antecedentes criminais. Por esse fato os candidatos começaram uma campanha tímida, ainda saía na cidade boatos de que um ou outro candidato não poderia participar da eleição.
Depois de certo tempo, cada um começou a fazer sua campanha, até que Sanzio Rodrigues, candidato do PMN anunciou sua decisão em renunciar sua candidatura para apoiar Edson Moura. Uma chuva de boatos caiu sobre o fato. Edson Moura aparecia em primeiro lugar nas pesquisas de intenção de voto.
Nesse ano de 2012 começou a valar a "Lei Ficha Limpa" que proibi condenados pela justiça a se candidatar a cargos eletivos. Toda a atenção se voltou a Edson Moura que já havia sido condenado e portanto não poderia se candidatar. Seu principal opositor Pavan Junior providenciou meios de divulgar a inelegibilidade de Moura, e o mesmo fez sua campanha para desmenti-lo até ao ponto de propagar um áudio em que estava alterado chamando o prefeito de "mentiroso". Moura ameaçou divulgar material dizendo ser "ficha limpa", mas a justiça eleitoral o proibiu e o multaria em cem mil reais se o fizesse.
Troca de ataques entre Moura e Pavan foi muito frequente durante a campanha: Moura lembrava a população de como estava um caos a saúde pública e outras áreas, enquanto José destacava a inelegibilidade do opositor.
Nas eleições de 2008 o advogado de Pavan apresentou a justiça supostas fotos que compravam que Dixon haveria abusado de menores, e nesse ano essa fato voltou a tona, como o caso ainda não tinha sido julgado Dixon era suspeito e a direção estadual de seu partido, o PT, decidiu expulsa-lo do partido. Mas a direção municipal não acatou a decisão e portando foi destituída. Foi formada uma comissão provisória que anunciou apoio a candidatura de José Pavan. Dixon se manteve na disputa por tutela da justiça eleitoral, o que só gerou mais dúvidas na população.
Pavan por sua vez teve o caso do superfaturamento em eventos na cidade levantado mais uma vez, o que poria sua candidatura em jogo.
Marcado o debate entre os candidatos a prefeitura de Paulínia 2012, era hora de colocar as verdades em pauta. Palito indaga Edson Moura: "quando o senhor vai falar a verdade para o povo que o senhor não é candidato, quem vai ser candidato é seu filho?", e moura "sou candidato sim, podem olhar lá no sitie da justiça eleitoral, eu sou candidato!".
Votos apurados têm-se os seguintes resultados: Edson Moura Júnior é o mais votado, seguido de José Pavan Junior, Dixon Carvalho, e Palito.
Os Partidos que fizeram oposição a Moura pedem a impugnação de Edson Moura Junior, assim como fez o ministério público. E o Juiz eleitoral acatou aos pedidos.
Edson Moura Junior recorreu da decisão para o Tribunal Regional Eleitoral do Estado de São Paulo. Apoiadores de Moura realizaram um abaixo assinado com cerca de 20 mil assinaturas contra a decisão da justiça, e realizaram protesto em frete ao fórum de Paulínia.
A justiça eleitoral realiza recontagem dos votos, e votos à Moura Junior são considerados nulo, José Pavan Junior é considerado eleito.
Equipe de Edson Moura Junior aguardam confiantes a decisão do recurso que entraram no tribunal Eleitoral de São Paulo. Enquanto isso, José Pavan Junior é acusado de abuso de poder, e Moura acusado de compra de votos.
Mas ainda futuro da prefeitura de Paulínia é incerto. Certeza temos dos candidatos a vereadores eleitos: Marquinho Fiorella, Du Cazellato, Sandro Caprino, Gustavo Yatecola, Zé Coco, Siméia Zanon, Marquinho da Bola, Angela Duarte, Edilsinho, Fabio Valadão, João Mota, Danilo Barros, Tiguila, Doutor João Mota, Custódio.
sábado, 21 de janeiro de 2012
Subvenção à entidades sociais de Paulínia
Foi veiculado em Paulínia nessa semana um "MANIFESTO DE REPÚDIO AO REVANCHISMO POLÍTICO" declarando a posição do PRTB- Partido Renovador Trabalhista Brasileiro de Paulínia sobre a situação política da cidade.
O manifesto com uma faixa de "luto" impressa, destaca o inicio das disputas políticas do ano eleitoral de 2012, e diz ser comum aos candidatos e partidos políticos tentar "desgastar a administração" ultrapassando os "limites do bom senso" por pessoas "cegas pela ambição do poder". No texto afirma ser jogo político o atraso na votação na lei nº 90/11 que dispões sobre a autorização para concessão de subvenções sociais a entidades de ajuda assistências como o CACO (centro de ação comunitária), APAE, Amigos Unidos por amor contra o câncer entre outras. E culpa os vereadores Bonavita, Custódio e Siméia Zanom (vereados compositores da comissão de finanças) pelo atraso da liberação da subvenção, levando a política do "quanto pior, melhor". Se opondo ao "revanchismo político" o manifestos receberam apoio dos partidos: PSB, PRTB, PTdoB, PRP, PTN, PPS, PP, PSL.
A lei nº90/11 foi posto em votação ontem 20 de janeiro na primeira sessão extraordinária da câmara municipal de Paulínia em 2012. Foi liberado a tribuna para que os vereadores compositores da comissão de finanças (Bonavita, Custódio e Siméia Zanom) fizessem as colocações sobre a lei. Os vereadores aproveitaram para esclarecer as acusações do manifesto, e fizeram suas defesas pessoais.
O Senhor Bonavita ressaltou que nos seus 20 anos de legislador nunca aconteceu tal problema, e culpa a prefeitura pelo atraso da votação já que recebeu a solicitação da lei na semana em que a câmara saiu de resseso, falou que em Paulínia estamos com "falta de comando político" referindo-se a gestão da cidade. Pediu desculpas pelo atraso, "as entidades tem meu total respeito". Ressaltou que o manifesto não passa de mentiras tendenciosas, e levantou o questionamento da veracidade da tiragem do manifesto que era de 3 mil.
A vereadora Siméa Zanom sublinhou que começou a luta política e o "Salve-se quem puder", ano em que "as casas ficam forrados de panfletos e jornais" referindo-se ao manifesto e também a outra carta destinada aos funcionário do CACO corrigindo pontos desta ultima. A legisladora ressaltou que já havia liberado a subvenção ainda em 2011 antes de sair de férias. Culpou a prefeitura pelo atraso da liberação da subvenção "continuo afirmando: temos um governo de mentiras". Levantou a questão da seriedade dos meios de comunicação da cidade "que divulgam mentiras. divulgam qualquer coisa sem investigar ou verificar a veracidade dos fatos".
Foi lida os questionamentos que a câmara fez a prefeitura destacando a a frase "esperamos respostas completas e verdadeiras", em seguida foi lido as respostas que não respondeu as perguntas de forma direta, mas jogando a responsabilidade desta sobre outros órgãos. A lei que concede subvenções de mais de R$20 milhões para 14 entidades sociais foi posta em votação e aprovada por unanimidade dos presentes, o vereador Jurandir Matos (PSB) não compareceu.
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