terça-feira, 27 de maio de 2014

O Valente não é Violento


A ONU- Organização das Nações Unidas- lança a campanha "O valente não é violento" uma inciativa da campanha UNA-SE Pelo Fim da Violência Contra as Mulheres.
Segundo o site da campanha ela "Tem como objetivo estimular a mudança de atitudes e comportamentos dos homens, enfatizando a responsabilidade que devem assumir na eliminação da violência contra as mulheres e meninas. Desse modo, a juventude da América Latina e do Caribe poderá ter uma vida livre da violência machista.

A iniciativa convida as pessoas a repensar e transformar os estereótipos, ou seja, as ideias pré-concebidas dos papéis sociais denominados femininos ou masculinos e das crenças sobre o que as mulheres e os homens devem ser ou fazer. Afinal, essas ideias profundamente arraigadas em nossas culturas são a base da desigualdade de gênero, da discriminação das mulheres e, consequentemente, da violência exercida contra elas."
O Valente não discute, dialoga.
O Valente não machuca, nem com palavras.
O Valente sabe que é melhor inspirar carinho do que medo.
O Valente respeita a intimidade de sua companheira.
O Valente não intimida, confia.
O Valente compartilha as responsabilidades do lar.
O Valente respeita a opinião das mulheres.
O Valente jamais usa a força.
O Valente diz não à violência

Mais informações em http://www.ovalentenaoeviolento.org.br/

                                
                       

via http://www.ovalentenaoeviolento.org.br/

Como está a situação política de Paulínia

Está tudo mais ou menos assim:


A fonte da dificuldade da Gestão Pública


Não é fácil gerir uma cidade, mas são os pequenos detalhes que fazem a diferença. Manter os gramados e as árvores aparadas,  as ruas limpas e as guias pintadas, controlar a finança do município, educar as crianças e os jovens, prolongar a vida dos velhos e doentes, dar condições de vida aos pobres, manter a paz e a ordem, tornar a vida da população mais feliz, além controlar e fiscalizar.
Todas as atividades da gestão pública têm seus graus de dificuldade. Entretanto um serviço aparentemente simples pode demonstrar a capacidade de uma Administração, estou falando da Fonte, mecanismo hidráulico, ou chafariz.
Às vezes nem percebemos, mas é algo desafiador e que pode dividir opiniões. As fontes deixam a cidade mais bonita, dão ideia de prosperidade, um ponto turístico, podem ser verdadeiras obras de arte, contar histórias, ser um símbolo.
Entretanto manter uma fonte é algo que gera custos, e conflitos. Água parada é fogo do mosquito da dengue, bactérias e mau cheiro. A manutenção das fontes deve ser frequente. Apenas trocar a água trás danos ao meio ambiente, fazer a manutenção com produtos químicos leva a altos custos.
Fonte mal cuidada mostra o desinteresse do gestor, fonte cuidada pode ser desperdício de água ou de recurso. Manter as fontes em funcionamento é algo que exige soluções de problemas e planejamento e que podem refletir a capacidade dos gestores públicos.

sábado, 19 de outubro de 2013

Passe Livre Paulínia


Em Julho a imprensa brasileira noticiava as dezenas de manifestações no país. Tudo começou pelo aumenta de 20 centavos na passagem de ônibus de São Paulo, incentivado pelo movimento passe livre, centenas de pessoas saíram às ruas da capital do Estado e foram recebidos com truculência pela polícia militar, vários manifestantes foram feridos e também jornalistas, o acontecido repercutiu tanto que os outros protestos marcados pelo grupo reunirão milhões de pessoas em diversas cidades do Brasil. Cada um dos manifestantes aproveitaram para fazer suas reivindicações, levantando seus cartazes. Essas manifestações mudaram a visão da política nacional, e os responsáveis pelos três poderes tentaram dar atenção às reivindicações.
Todas as lentes das filmadoras e máquinas fotográficas estavam voltados para a população. Em Paulínia, Edson Moura Junior tomava passe e aproveitou o momento oportuno para prometer a população:

"Nas últimas semanas, todos nós temos assistido a revolta de todos os brasileiros pela falta de bons serviços públicos na Saúde, na falta de escolas, na falta de segurança e no transporte público caro e sem o mínimo de conforto, além da consequente indignação e revolta com os políticos. Isso tudo começou com a diferença de vinte centavos nas passagens de ônibus. Por isso, tudo farei para que o povo de minha cidade se orgulhe do meu trabalho. Quero iniciar os trabalhos com as minhas primeiras medidas:
- Quero anunciar em primeira mão que a partir do dia 1º de outubro, que o povo trabalhador não mais pagará transporte de ônibus na nossa cidade. Nossa tarifa será zero, para que sobre mais dinheiro no bolso nos trabalhador".

A notícia repercutiu o país com destaque que "Paulínia seria a primeira cidade a ter tarifa zero depois da onde de manifestação".  A população ficou desconfiada: haveria um projeto adequado para atentar o número de passageiros? Com a volumosa quantia que a Passaredo receberia ela renovaria sua frota? Seriam redesenhadas as linhas de ônibus, que são mal planejadas? Haveria maior integração com os bairros? Os ônibus teriam que seguir padrões de qualidade? Teria lugares suficientes para todos? E muitas outras questões, algumas pessoas já partiam do principio de que a ideia não daria certo, alegando que se os ônibus já não param cobrando R$1,00, de graça então seria impossível andar de transporte público.
Por falar em Passaredo, a empresa não recebe apenas R$1,00 por passageiro, mas sim R$2,60, já que a prefeitura paga R$1,60 por passageiro, a destacar que não existe controle para o número de vezes que a catraca é girada. Os itinerários mal desenhados, sem integração entre os bairros e principais locais da cidade. E as reclamações, de falta de segurança, atraso, e outros estão ai, visíveis para todos.
A promessa era que primeiro de outubro o transporte público seria gratuito, entretanto o projeto só foi enviado para apreciação da câmara municipal no dia 30 de setembro. O projeto enviado permitia a gratuidade apenas aos cadastrados no programa de assistência social da prefeitura, e cada família teria direito a 16 passagens por dia, disponível em um cartão. Na 4ª Sessão extraordinária os vereadores reprovaram o projeto por 10 votos a 4, alegando estar incompleto, com errados e faltando informações.

Conversando com algumas pessoas, a opinião é dividida, alguns são a favor, outros contra. Uma abordagem diz que o projeto foi mal elaborado justamente para ser reprovado pela câmara, o prefeito teria se arrependido da promessa e enviou um projeto incompleto para os vereadores reprovarem e serem os responsáveis por não ter "passe livre". Acredito que o projeto da gratuidade tinha tudo para dar certo se fosse bem elaborado, redesenhar os itinerários, mais ônibus, cartão de passe para os moradores da cidade com número limitado de passagens, cumprindo os horários e com profissionalismo o projeto tinha como funcionar.
Afinal o transporte público de qualidade e gratuito  é um excelente canal para a participação da população nas ferramentas públicas, maior acesso aos espaços público, integração social, as pessoas poderão participar mais das atividades da prefeitura, estar nos locais públicas, criar, se divertir, ir e vir, além de diminuir o fluxo de veículos, entre vários outros benefícios que o transporte público. 

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Câmara de Paulínia tenta manter a ordem deixando a população fora do plenário



Ontem com a crença de que seria uma das sessões mais polêmicas até o momento, a direção da câmara municipal tentou armar um sistema de segurança, chamando a presença da guarda municipal e da polícia civil, na entrada detector de metais, e o pior: só entraria no plenário quem possuísse senha.
Esse não seria um grande problema se o sistema de áudio no hall de entrada da câmara fosse eficiente, mal dava para ouvir as falas dos nobres vereadores, enquanto a guarda municipal limitou a entrada no plenário, tentando evitar a lotação. É importante ressaltar que dentro do plenário a lotação máxima é de 400 pessoas, e lá dentro tinha 270, enquanto do lado de fora, segundo um guarda municipal, tinha cerca de 100 pessoas, com certeza essas pessoas poderiam ter assistido a sessão de dentro do plenário. Se querem manter a população longe dos vereadores, então porque não transmitir a sessão online via web? Assim a população pode assistir no conforto de sua casa.
Por algum motivo as placas que informa a lotação máxima do recinto foram retiradas. Se o sistema era evitar a confusão, posso atestar que não deu certo. A final as pessoas que foram para protestar e até mesmo criar confusão, entraram e entrariam de qualquer forma. Inclusive algumas senhas foram retiradas por personalidades públicas que sabiam desse sistema para essas pessoas.
Como podem falar que o sistema foi para evitar a confusão, sendo que a guarda estava presente para evitar isso, agora deixar as pessoas sem conseguir ouvir a sessão na entrada da câmara. Depois os vereadores reclamam que a população não participa da democracia. Como participar se os tentam manter o mais longe possível?
Problema é a generalização, todas as pessoas vão causar confusão, todas as pessoas tem lado político, todas as pessoas só vão à câmara para fazer bagunça, todas as pessoas vão usar como palanque político, todos não sabem votar, todos não reclamam por seus direitos, visão totalmente errada que deve ser evitada e inibida, a realidade não é assim, os acontecimentos que justificam algumas das frases a cima são exceção.
Se cadeiras a mais fossem colocadas caberiam mais pessoas sentadas, a sessão poderia estar comprometida por vários motivos e não a permissão da entrada das pessoas, até porque a no mesmo local já ouve eventos que suportou mais gente como a posse do prefeito, por exemplo. A presença popular é muito importante, e garantir que todos tenham acesso à sessão pública da câmara municipal é fundamental para a democracia.

(Remoção das placas de lotação)
   

domingo, 13 de outubro de 2013

É meio relativo


O tempo passa em sua lentidão infinita e se mostra para nós, simples humanos e integrantes de um gigantesco sistema, veloz e destruidor. O tempo transforma com suas mãos presentes e invisíveis aos olhos do homem. Quando o tempo resolve se misturar com o espaço então...é melhor abrir um horário na agenda para tomar um café com Einstein para que tente explicar um pouco sobre sua teoria da relatividade.
E relatividade é uma boa palavra para definir Paulínia nos últimos tempos. "O tempo pode passar mais rápido para uns e mais devagar para outros. Quando um corpo está em movimento, o tempo passa mais lentamente para ele.". O prefeito empossado, com a segunda colocação nas urnas, José Pavan Junior começou seu governo com cortes de gastos e continuou sua ação  de tentar apagar da cidade os feitos públicos de seu ex amigo Edson Moura.
O caso de Edson Moura Junior (que substituiu o pai na véspera das eleições) chegou até o Supremo Tribunal Eleitoral, onde os ministros reconheceram que não permitir que o prefeito, eleito pela cidade, de assumir a prefeitura estariam ignorando a lei que os próprios criaram para permitir a substituição de ultima hora. Bons motivos pra revê-la.
A cidade sem prefeita e dividida em três principais grupos: os apoiadores de Pavan, os Apoiadores de Moura, e os demais. Em julho a justiça Eleitoral determinou que Edson Moura Junior assumisse o governo. Fogos! A tão esperada e planejada festa aconteceria.
Em uma estrutura montada entre o teatro e a prefeitura, lotada de apoiadores e personalidades políticas, Edson Moura Junior, já diplomado pelo cartório eleitoral e empossado pela câmara municipal, destacou os problemas da administração passada e prometeu arrumar os pontos omissos de seu antecessor. Um discurso cheio de promessas que acalmaria qualquer um preocupado com o futuro da cidade. Mal pode descansar do dia agitado da posse, e já tinha pilhas de papéis para assinar e outras de problemas para resolver.
O apoio político eleitoral sempre foi objeto de troca por cargos na prefeitura. Moura Junior precisava retribuir os apoiadores e principalmente conseguir novas alianças, já que chega no poder com minoria no legislativo, imagem desgastada no judiciário e carregando nas costas esperanças de muitos eleitores.
Aos poucos começa a preencher os cargos de confiança e a engatar as rodas no trilho. Cada nome indicado como CC era comemorado pelos próprios para infelicidade de outros.
Uma outra polêmica notícia teve a abordagem por alguns escritores que julgaram como vingança política, outros como corte de gastos desnecessário e alguns como pegar de volta uma responsabilidade da prefeitura jogada no colo do CACO- Centro de Ação Comunitária e AIJ- Associação Infância e Juventude. A prefeitura cortou as subvenções das duas entidades que dependiam dela para se manterem. A ação inesperada gerou confusão na câmara, protestos na cidade e muitas vaias ao prefeito.
Os Estados Unidos da América se justificou para o governo brasileiro , por espionar a rede de telefonia e internet,  que foi uma forma de garantir a segurança nacional e evitar atentados terroristas. Complicado vai ser a justificativa para o sistema de espionagem no gabinete do prefeito. Para alguns, presente do prefeito anterior por estratégia eleitoral, para outros foi descoberto o que já estava lá na gestão passada.
Alguns apoiadores se mantem calmos observando desconfiado as ações do governo que eles elegeram, outros grupos políticos armam artifícios para  reverter a situação e manter  Moura Junior longe da prefeitura. Também existem os que conseguem pagar suas dívidas eleitorais ocupando cargos de confiança. Tudo isso enquanto milhares de paulinense dependem das decisões tomadas na câmara Ulisses Guimarães e no palácio 28 de fevereiro.
Enquanto alguns grupos acreditavam na excelência política da gestão passada e desmentem a qualquer custo que existiu algum problema, enquanto para outros foi passada uma administração esquecida, abandonada e sucateada, enquanto outros variam de acordo com o ponto que se observa. Contudo pode se destacar que todas as duas gestões tem/teve seus pontos falhos e suas meias dúzias  de triunfos. Independente da posição, da confiança, da desconfiança, o tempo passa, a sociedade muda, as pessoas e as visões também.
O tempo passa para todos, mais rápido para os que não estou em movimento, os que ficam inerte no espaço, esperando que algo mude para ele.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Comemoração dos 49 anos

Onde comemoraria seu aniversário uma mulher que completasse 49 anos? Provavelmente ela já viu muita coisa, ela já viu crianças nascerem e idosos partirem, já viu um povo sorrir, já comemorou a vitória do Brasil na copa do mundo, viu um presidente cair e a concretização do plano real, acompanhou pela TV o maior atentado terrorista da história aos E.U.A., viu a esquerda ser eleita pelo povo e muitos outros acontecimentos históricos, não só assistiu os fatos como fez parte da história. Uma mulher experiente, culta, vaidosa, que sabe amar, talvez ela comemoraria seu aniversário com seus amigos em algum show de uma banda famosa, quem sabe João Bosco E Vinicius?
Na próxima semana Paulínia completará 49 anos de emancipação e a gestão Pavan já divulgou a programação da festividade, com peças teatrais, show da dupla João Bos e Vinícius com direito a quarenta e nove metros de bolo.

Cerimônia de abertura e Pocket Show de espetáculos da Broadway
Dia: segunda-feira, 25 de fevereiro
Horário: 19h
Local: Theatro Municipal
Entrada Gratuita, por ordem de chegada. Sujeito a lotação do Theatro.

Festa de aniversário com shows de Regis Danese e da dupla sertaneja João Bosco & Vinícius
Dia: quinta-feira, 28 de fevereiro
Horário: a partir das 14h
Local: Parque Brasil 500 – Sambódromo
Entrada Gratuita

Peça teatral “A descida do Monte Morgan” – Produção Denise Fraga e Direção Luiz Villaça
Dia: sábado e domingo, 2 e 3 de março
Horário: 20h no sábado e 19h no domingo
Local: Theatro Municipal
Entrada: 1 kg de alimento não perecível. Troque seu ingresso no dia do espetáculo a partir de 2 horas antes do início de cada sessão. Sujeito à lotação do Teatro.


Mais informações: http://www.paulinia.sp.gov.br/noticias.aspx?ID=1421