sábado, 17 de dezembro de 2011

Lâmpada Fluorescente


As lâmpadas Fluorescentes surgem no mercado garantindo economia e sustentabilidade. 
Na cidade de Paulínia os postes de luz são, em sua maioria, de lâmpadas que geram uma luz amarelo/ laranja de pouca iluminação. Algumas cidades estão aderindo as novas lâmpadas deixando as cidades mais iluminadas e diminuindo o consumo de energia, além de tornar o município mais bonito e seguro.
As lâmpadas de filamento além de gerar baixa iluminação, gera calor o que faz consumir energia demasiadamente, tem seu tempo de vida útil inferior a da fluorescente que não gera calor e tem maior propagação da luz.
Segundo o sitie www.swu.com.br se todas as lâmpadas de filamento fossem trocadas pelas fluorescente, conseguiríamos neutralizar as emissões de CO² ao equivalente a 4 milhões de carros.
A gestão de Paulínia, deve tomar medidas, em conjunto com a empresa responsável pela iluminação publica, para substituir as lâmpadas da cidade, por uma mais econômica e de maior iluminação como as fluorescentes, LED e lâmpadas de vapor metálico, promovendo a sustentabilidade,  tornando mais admirável e garantindo a segurança da população. Estas medidas devem começar na iluminação publica, passar pelas empresas, chegando todas as residências.


quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Muros em Paulínia





Por onde se olha há muros separando uma classe privilegiada dos demais. Os condomínios seguem uma grande tendência no setor imobiliários, ganhando espaço considerável da cidade, destacando destarte, a diferença social existente.
Condomínio é o direito que tem um grupo de pessoas ser donas de um bem em conjunto, mais comum estão os edifícios e conjuntos habitacionais (murados), administrado por uma das partes seja uma pessoa física ou jurídica.  Temos legislação específica (Lei do condomínio- Lei 5591/64) para esse tipo de construção que vem ganhando força no município. Vários fatores políticos e sociais fazem as pessoas optarem por residir nesses locais, que garantem segurança, área de lazer, área verde e contato com a natureza, área para esporte, entretenimento, alguns oferece até centros comerciais e principalmente Status. Esses benefícios em alguns casos (temos de levar em consideração as exceções) não são encontrados nas cidades, ou se são estão em estados diminutos.
Nem todos da sociedade tem condições financeiras de habitar nessas micro-cidades, o que intensifica a linha que separa as classes sociais onde aquele que possui capital e riqueza tem, com qualidade, todos os benefícios que uma cidade deve oferecer a seus moradores enquanto a outra fatia da população, aquela trabalhadora e que sustenta o poder, menos privilegiadas, tem de se contentar com as condições disponíveis a eles, mesmo que precário.
Na era medieval os nobres senhores, proprietário das terras muravam suas propriedades e "cedia" uma gleba aos camponeses em troca de seu serviço e porcentagem de seu cultivo. O poder ficava por conta da Igreja e dos grandes senhores feudais. 
Muros (tangível e intangível) durante toda a história tiveram significados de separação de classes,de ideologias, de poder e de povos. Destaca-se o muro de Berlim, dividindo a Alemanha e o mundo em capitalismo e socialismo; a Muralha da China que separa esse país dos demais o que garantiria segurança a seu povo; O Apartheid que dividiria a população negra da branca na África do Sul; Nos dias atuais destaca, o Muro da Cisjordânia e Palestina separando dois povos com ideologias religiosa dentista e o Muro dos Estados Unidos com o México  com o objetivo de evitar migração.
Para participar dos condomínios se deve seguir certas normas de arquitetura e engenharia, essas pessoas ficam presas ao controle dita "do grupo" ou dos grandes administradores da empreitada. 
Esses núcleos urbanos dispensam o contato de seus moradores com a cidade, mas deve ficar claro que eles fazem parte de um conjunto e não um caso a parte, independente da cidade onde se está instalado. 
Se juntar todos os muros dos condomínios localizados em Paulínia é possível cercar no mínimo metade da cidade. Portanto deve se ter controle para não acontecer uma construção desfreada de grandes construturas, privatizando a cidade, e assim deixando de ser município e passando a ser um aglomerado de bairros murados e independentes.
É de fundamental obrigação dos representantes do povo oferecer condições justa de habitação, segurança e conforto a toda população deixando de ser cogente buscar as necessidades humanas (segurança e conforto) nesses empreendimentos caros, segregando a sociedade e as classes. Deve se criar maior controle e critérios específicos na legislação municipal para esses "Bairros Privados" que os isolam de todo o resto da sociedade.
"Os muros erguidos, cada vez mais altos. O grito de socorro cada vez mais mudo. O próximo tornou-se alheio." Rosicleide David

(Imagem: internet fernandonogueiracosta.wordpress.com)

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Desigualdade em coletivo de Paulínia


A superlotação nos ônibus circulares de Paulínia é um grande problema a ser enfrentado, um problema que causa irritação e revolta na população. O serviço administrado pela empresa Passaredo mantem o monopólio do transporte na cidade e faz o que quiser, colocando seus passageiros em situações desagradáveis. 
A empresa conseguiu capital suficiente para renovar sua frota de ônibus, mas não ampliou o número de coletivos na cidade. Os novos veículos possuem três portas, sendo a do meio destinada somente ao acesso de cadeirantes. 
Hoje  na linha Rodoshopping-Cooperlotes (≈15:15) um jovem desinformado de uma terceira porta no ônibus e onde deveria sair, esperou que a porta do meio fosse aberta, o cobrador indicou por onde ele deveria sair e enquanto ele se dirigia a outra porta, pulando e esbarrando nos passageiros que enchiam os corredores o motorista simplesmente não o esperou desembarcar. Os demais passageiros em um coro desordenado gritavam para o motorista parar, mas de nada adiantou. O jovem teve de descer no próximo ponto com uma distância considerável de seu destino.
Uns três pontos a frente o motorista parou e abriu a porta do meio (destinada aos cadeirantes) a uma funcionária da empresa, o que só fez aumentar a a revolta dos passageiros que reclamavam da situação inaceitável, pois todos temos direitos iguais, assim como não foi possível abrir a porta para o jovem também não deveria ser aberto para a funcionária da viação. Pequenas atitudes erradas e desiguais só estreita  a democracia e os direitos sociais, cabe a população não aceitar tais atitudes como normais e tomar providências para que isso não volte a acontecer.