Está tudo mais ou menos assim:
terça-feira, 27 de maio de 2014
A fonte da dificuldade da Gestão Pública
Não é fácil gerir uma cidade, mas são os pequenos detalhes que fazem a diferença. Manter os gramados e as árvores aparadas, as ruas limpas e as guias pintadas, controlar a finança do município, educar as crianças e os jovens, prolongar a vida dos velhos e doentes, dar condições de vida aos pobres, manter a paz e a ordem, tornar a vida da população mais feliz, além controlar e fiscalizar.
Todas as atividades da gestão pública têm seus graus de dificuldade. Entretanto um serviço aparentemente simples pode demonstrar a capacidade de uma Administração, estou falando da Fonte, mecanismo hidráulico, ou chafariz.
Às vezes nem percebemos, mas é algo desafiador e que pode dividir opiniões. As fontes deixam a cidade mais bonita, dão ideia de prosperidade, um ponto turístico, podem ser verdadeiras obras de arte, contar histórias, ser um símbolo.
Entretanto manter uma fonte é algo que gera custos, e conflitos. Água parada é fogo do mosquito da dengue, bactérias e mau cheiro. A manutenção das fontes deve ser frequente. Apenas trocar a água trás danos ao meio ambiente, fazer a manutenção com produtos químicos leva a altos custos.
Fonte mal cuidada mostra o desinteresse do gestor, fonte cuidada pode ser desperdício de água ou de recurso. Manter as fontes em funcionamento é algo que exige soluções de problemas e planejamento e que podem refletir a capacidade dos gestores públicos.
sábado, 19 de outubro de 2013
Passe Livre Paulínia
Em Julho a imprensa brasileira noticiava
as dezenas de manifestações no país. Tudo começou pelo aumenta de 20 centavos
na passagem de ônibus de São Paulo, incentivado pelo movimento passe livre,
centenas de pessoas saíram às ruas da capital do Estado e foram recebidos com
truculência pela polícia militar, vários manifestantes foram feridos e também
jornalistas, o acontecido repercutiu tanto que os outros protestos marcados
pelo grupo reunirão milhões de pessoas em diversas cidades do Brasil. Cada um
dos manifestantes aproveitaram para fazer suas reivindicações, levantando seus
cartazes. Essas manifestações mudaram a visão da política nacional, e os
responsáveis pelos três poderes tentaram dar atenção às reivindicações.
Todas as lentes das filmadoras e máquinas
fotográficas estavam voltados para a população. Em Paulínia, Edson Moura Junior
tomava passe e aproveitou o momento oportuno para prometer a população:
"Nas últimas semanas, todos nós temos
assistido a revolta de todos os brasileiros pela falta de bons serviços
públicos na Saúde, na falta de escolas, na falta de segurança e no transporte
público caro e sem o mínimo de conforto, além da consequente indignação e
revolta com os políticos. Isso tudo começou com a diferença de vinte centavos
nas passagens de ônibus. Por isso, tudo farei para que o povo de minha cidade
se orgulhe do meu trabalho. Quero iniciar os trabalhos com as minhas primeiras
medidas:
- Quero anunciar em primeira mão que a
partir do dia 1º de outubro, que o povo trabalhador não mais pagará transporte
de ônibus na nossa cidade. Nossa tarifa será zero, para que sobre mais dinheiro
no bolso nos trabalhador".
A notícia repercutiu o país com destaque
que "Paulínia seria a primeira cidade a ter tarifa zero depois da onde de
manifestação". A população ficou desconfiada: haveria um projeto
adequado para atentar o número de passageiros? Com a volumosa quantia que a
Passaredo receberia ela renovaria sua frota? Seriam redesenhadas as linhas de
ônibus, que são mal planejadas? Haveria maior integração com os bairros? Os
ônibus teriam que seguir padrões de qualidade? Teria lugares suficientes para
todos? E muitas outras questões, algumas pessoas já partiam do principio de que
a ideia não daria certo, alegando que se os ônibus já não param cobrando
R$1,00, de graça então seria impossível andar de transporte público.
Por falar em Passaredo, a empresa não
recebe apenas R$1,00 por passageiro, mas sim R$2,60, já que a prefeitura paga
R$1,60 por passageiro, a destacar que não existe controle para o número de
vezes que a catraca é girada. Os itinerários mal desenhados, sem integração
entre os bairros e principais locais da cidade. E as reclamações, de falta de
segurança, atraso, e outros estão ai, visíveis para todos.
A promessa era que primeiro de outubro o
transporte público seria gratuito, entretanto o projeto só foi enviado para
apreciação da câmara municipal no dia 30 de setembro. O projeto enviado
permitia a gratuidade apenas aos cadastrados no programa de assistência social
da prefeitura, e cada família teria direito a 16 passagens por dia, disponível
em um cartão. Na 4ª Sessão extraordinária os vereadores reprovaram o projeto
por 10 votos a 4, alegando estar incompleto, com errados e faltando
informações.
Conversando com algumas pessoas, a opinião
é dividida, alguns são a favor, outros contra. Uma abordagem diz que o projeto
foi mal elaborado justamente para ser reprovado pela câmara, o prefeito teria se
arrependido da promessa e enviou um projeto incompleto para os vereadores
reprovarem e serem os responsáveis por não ter "passe livre".
Acredito que o projeto da gratuidade tinha tudo para dar certo se fosse bem
elaborado, redesenhar os itinerários, mais ônibus, cartão de passe para os
moradores da cidade com número limitado de passagens, cumprindo os horários e
com profissionalismo o projeto tinha como funcionar.
Afinal o transporte público de qualidade e gratuito é um excelente canal para a participação da população nas ferramentas públicas, maior acesso aos espaços público, integração social, as pessoas poderão participar mais das atividades da
prefeitura, estar nos locais públicas, criar, se divertir, ir e vir, além de
diminuir o fluxo de veículos, entre vários outros benefícios que o transporte
público.
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Câmara de Paulínia tenta manter a ordem deixando a população fora do plenário
Ontem com a crença de que seria uma das sessões mais polêmicas até o momento, a direção da câmara municipal tentou armar um sistema de segurança, chamando a presença da guarda municipal e da polícia civil, na entrada detector de metais, e o pior: só entraria no plenário quem possuísse senha.
Esse não seria um grande problema se o sistema de áudio no hall de entrada da câmara fosse eficiente, mal dava para ouvir as falas dos nobres vereadores, enquanto a guarda municipal limitou a entrada no plenário, tentando evitar a lotação. É importante ressaltar que dentro do plenário a lotação máxima é de 400 pessoas, e lá dentro tinha 270, enquanto do lado de fora, segundo um guarda municipal, tinha cerca de 100 pessoas, com certeza essas pessoas poderiam ter assistido a sessão de dentro do plenário. Se querem manter a população longe dos vereadores, então porque não transmitir a sessão online via web? Assim a população pode assistir no conforto de sua casa.
Por algum motivo as placas que informa a lotação máxima do recinto foram retiradas. Se o sistema era evitar a confusão, posso atestar que não deu certo. A final as pessoas que foram para protestar e até mesmo criar confusão, entraram e entrariam de qualquer forma. Inclusive algumas senhas foram retiradas por personalidades públicas que sabiam desse sistema para essas pessoas.
Como podem falar que o sistema foi para evitar a confusão, sendo que a guarda estava presente para evitar isso, agora deixar as pessoas sem conseguir ouvir a sessão na entrada da câmara. Depois os vereadores reclamam que a população não participa da democracia. Como participar se os tentam manter o mais longe possível?
Problema é a generalização, todas as pessoas vão causar confusão, todas as pessoas tem lado político, todas as pessoas só vão à câmara para fazer bagunça, todas as pessoas vão usar como palanque político, todos não sabem votar, todos não reclamam por seus direitos, visão totalmente errada que deve ser evitada e inibida, a realidade não é assim, os acontecimentos que justificam algumas das frases a cima são exceção.
Se cadeiras a mais fossem colocadas caberiam mais pessoas sentadas, a sessão poderia estar comprometida por vários motivos e não a permissão da entrada das pessoas, até porque a no mesmo local já ouve eventos que suportou mais gente como a posse do prefeito, por exemplo. A presença popular é muito importante, e garantir que todos tenham acesso à sessão pública da câmara municipal é fundamental para a democracia.
Esse não seria um grande problema se o sistema de áudio no hall de entrada da câmara fosse eficiente, mal dava para ouvir as falas dos nobres vereadores, enquanto a guarda municipal limitou a entrada no plenário, tentando evitar a lotação. É importante ressaltar que dentro do plenário a lotação máxima é de 400 pessoas, e lá dentro tinha 270, enquanto do lado de fora, segundo um guarda municipal, tinha cerca de 100 pessoas, com certeza essas pessoas poderiam ter assistido a sessão de dentro do plenário. Se querem manter a população longe dos vereadores, então porque não transmitir a sessão online via web? Assim a população pode assistir no conforto de sua casa.
Por algum motivo as placas que informa a lotação máxima do recinto foram retiradas. Se o sistema era evitar a confusão, posso atestar que não deu certo. A final as pessoas que foram para protestar e até mesmo criar confusão, entraram e entrariam de qualquer forma. Inclusive algumas senhas foram retiradas por personalidades públicas que sabiam desse sistema para essas pessoas.
Como podem falar que o sistema foi para evitar a confusão, sendo que a guarda estava presente para evitar isso, agora deixar as pessoas sem conseguir ouvir a sessão na entrada da câmara. Depois os vereadores reclamam que a população não participa da democracia. Como participar se os tentam manter o mais longe possível?
Problema é a generalização, todas as pessoas vão causar confusão, todas as pessoas tem lado político, todas as pessoas só vão à câmara para fazer bagunça, todas as pessoas vão usar como palanque político, todos não sabem votar, todos não reclamam por seus direitos, visão totalmente errada que deve ser evitada e inibida, a realidade não é assim, os acontecimentos que justificam algumas das frases a cima são exceção.
Se cadeiras a mais fossem colocadas caberiam mais pessoas sentadas, a sessão poderia estar comprometida por vários motivos e não a permissão da entrada das pessoas, até porque a no mesmo local já ouve eventos que suportou mais gente como a posse do prefeito, por exemplo. A presença popular é muito importante, e garantir que todos tenham acesso à sessão pública da câmara municipal é fundamental para a democracia.
domingo, 13 de outubro de 2013
É meio relativo
O tempo passa em sua lentidão infinita e se mostra para nós, simples humanos e integrantes de um gigantesco sistema, veloz e destruidor. O tempo transforma com suas mãos presentes e invisíveis aos olhos do homem. Quando o tempo resolve se misturar com o espaço então...é melhor abrir um horário na agenda para tomar um café com Einstein para que tente explicar um pouco sobre sua teoria da relatividade.
E relatividade é uma boa palavra para definir Paulínia nos últimos tempos. "O tempo pode passar mais rápido para uns e mais devagar para outros. Quando um corpo está em movimento, o tempo passa mais lentamente para ele.". O prefeito empossado, com a segunda colocação nas urnas, José Pavan Junior começou seu governo com cortes de gastos e continuou sua ação de tentar apagar da cidade os feitos públicos de seu ex amigo Edson Moura.
O caso de Edson Moura Junior (que substituiu o pai na véspera das eleições) chegou até o Supremo Tribunal Eleitoral, onde os ministros reconheceram que não permitir que o prefeito, eleito pela cidade, de assumir a prefeitura estariam ignorando a lei que os próprios criaram para permitir a substituição de ultima hora. Bons motivos pra revê-la.
A cidade sem prefeita e dividida em três principais grupos: os apoiadores de Pavan, os Apoiadores de Moura, e os demais. Em julho a justiça Eleitoral determinou que Edson Moura Junior assumisse o governo. Fogos! A tão esperada e planejada festa aconteceria.
Em uma estrutura montada entre o teatro e a prefeitura, lotada de apoiadores e personalidades políticas, Edson Moura Junior, já diplomado pelo cartório eleitoral e empossado pela câmara municipal, destacou os problemas da administração passada e prometeu arrumar os pontos omissos de seu antecessor. Um discurso cheio de promessas que acalmaria qualquer um preocupado com o futuro da cidade. Mal pode descansar do dia agitado da posse, e já tinha pilhas de papéis para assinar e outras de problemas para resolver.
O apoio político eleitoral sempre foi objeto de troca por cargos na prefeitura. Moura Junior precisava retribuir os apoiadores e principalmente conseguir novas alianças, já que chega no poder com minoria no legislativo, imagem desgastada no judiciário e carregando nas costas esperanças de muitos eleitores.
Aos poucos começa a preencher os cargos de confiança e a engatar as rodas no trilho. Cada nome indicado como CC era comemorado pelos próprios para infelicidade de outros.
Uma outra polêmica notícia teve a abordagem por alguns escritores que julgaram como vingança política, outros como corte de gastos desnecessário e alguns como pegar de volta uma responsabilidade da prefeitura jogada no colo do CACO- Centro de Ação Comunitária e AIJ- Associação Infância e Juventude. A prefeitura cortou as subvenções das duas entidades que dependiam dela para se manterem. A ação inesperada gerou confusão na câmara, protestos na cidade e muitas vaias ao prefeito.
Os Estados Unidos da América se justificou para o governo brasileiro , por espionar a rede de telefonia e internet, que foi uma forma de garantir a segurança nacional e evitar atentados terroristas. Complicado vai ser a justificativa para o sistema de espionagem no gabinete do prefeito. Para alguns, presente do prefeito anterior por estratégia eleitoral, para outros foi descoberto o que já estava lá na gestão passada.
Alguns apoiadores se mantem calmos observando desconfiado as ações do governo que eles elegeram, outros grupos políticos armam artifícios para reverter a situação e manter Moura Junior longe da prefeitura. Também existem os que conseguem pagar suas dívidas eleitorais ocupando cargos de confiança. Tudo isso enquanto milhares de paulinense dependem das decisões tomadas na câmara Ulisses Guimarães e no palácio 28 de fevereiro.
Enquanto alguns grupos acreditavam na excelência política da gestão passada e desmentem a qualquer custo que existiu algum problema, enquanto para outros foi passada uma administração esquecida, abandonada e sucateada, enquanto outros variam de acordo com o ponto que se observa. Contudo pode se destacar que todas as duas gestões tem/teve seus pontos falhos e suas meias dúzias de triunfos. Independente da posição, da confiança, da desconfiança, o tempo passa, a sociedade muda, as pessoas e as visões também.
O tempo passa para todos, mais rápido para os que não estou em movimento, os que ficam inerte no espaço, esperando que algo mude para ele.
O caso de Edson Moura Junior (que substituiu o pai na véspera das eleições) chegou até o Supremo Tribunal Eleitoral, onde os ministros reconheceram que não permitir que o prefeito, eleito pela cidade, de assumir a prefeitura estariam ignorando a lei que os próprios criaram para permitir a substituição de ultima hora. Bons motivos pra revê-la.
A cidade sem prefeita e dividida em três principais grupos: os apoiadores de Pavan, os Apoiadores de Moura, e os demais. Em julho a justiça Eleitoral determinou que Edson Moura Junior assumisse o governo. Fogos! A tão esperada e planejada festa aconteceria.
Em uma estrutura montada entre o teatro e a prefeitura, lotada de apoiadores e personalidades políticas, Edson Moura Junior, já diplomado pelo cartório eleitoral e empossado pela câmara municipal, destacou os problemas da administração passada e prometeu arrumar os pontos omissos de seu antecessor. Um discurso cheio de promessas que acalmaria qualquer um preocupado com o futuro da cidade. Mal pode descansar do dia agitado da posse, e já tinha pilhas de papéis para assinar e outras de problemas para resolver.
O apoio político eleitoral sempre foi objeto de troca por cargos na prefeitura. Moura Junior precisava retribuir os apoiadores e principalmente conseguir novas alianças, já que chega no poder com minoria no legislativo, imagem desgastada no judiciário e carregando nas costas esperanças de muitos eleitores.
Aos poucos começa a preencher os cargos de confiança e a engatar as rodas no trilho. Cada nome indicado como CC era comemorado pelos próprios para infelicidade de outros.
Uma outra polêmica notícia teve a abordagem por alguns escritores que julgaram como vingança política, outros como corte de gastos desnecessário e alguns como pegar de volta uma responsabilidade da prefeitura jogada no colo do CACO- Centro de Ação Comunitária e AIJ- Associação Infância e Juventude. A prefeitura cortou as subvenções das duas entidades que dependiam dela para se manterem. A ação inesperada gerou confusão na câmara, protestos na cidade e muitas vaias ao prefeito.
Os Estados Unidos da América se justificou para o governo brasileiro , por espionar a rede de telefonia e internet, que foi uma forma de garantir a segurança nacional e evitar atentados terroristas. Complicado vai ser a justificativa para o sistema de espionagem no gabinete do prefeito. Para alguns, presente do prefeito anterior por estratégia eleitoral, para outros foi descoberto o que já estava lá na gestão passada.
Alguns apoiadores se mantem calmos observando desconfiado as ações do governo que eles elegeram, outros grupos políticos armam artifícios para reverter a situação e manter Moura Junior longe da prefeitura. Também existem os que conseguem pagar suas dívidas eleitorais ocupando cargos de confiança. Tudo isso enquanto milhares de paulinense dependem das decisões tomadas na câmara Ulisses Guimarães e no palácio 28 de fevereiro.
Enquanto alguns grupos acreditavam na excelência política da gestão passada e desmentem a qualquer custo que existiu algum problema, enquanto para outros foi passada uma administração esquecida, abandonada e sucateada, enquanto outros variam de acordo com o ponto que se observa. Contudo pode se destacar que todas as duas gestões tem/teve seus pontos falhos e suas meias dúzias de triunfos. Independente da posição, da confiança, da desconfiança, o tempo passa, a sociedade muda, as pessoas e as visões também.
O tempo passa para todos, mais rápido para os que não estou em movimento, os que ficam inerte no espaço, esperando que algo mude para ele.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Comemoração dos 49 anos
Onde comemoraria seu aniversário uma mulher que completasse 49 anos? Provavelmente ela já viu muita coisa, ela já viu crianças nascerem e idosos partirem, já viu um povo sorrir, já comemorou a vitória do Brasil na copa do mundo, viu um presidente cair e a concretização do plano real, acompanhou pela TV o maior atentado terrorista da história aos E.U.A., viu a esquerda ser eleita pelo povo e muitos outros acontecimentos históricos, não só assistiu os fatos como fez parte da história. Uma mulher experiente, culta, vaidosa, que sabe amar, talvez ela comemoraria seu aniversário com seus amigos em algum show de uma banda famosa, quem sabe João Bosco E Vinicius?
Na próxima semana Paulínia completará 49 anos de emancipação e a gestão Pavan já divulgou a programação da festividade, com peças teatrais, show da dupla João Bos e Vinícius com direito a quarenta e nove metros de bolo.
Cerimônia de abertura e Pocket Show de espetáculos da Broadway
Horário: 19h
Local: Theatro Municipal
Entrada Gratuita, por ordem de chegada. Sujeito a lotação do Theatro.
Festa de aniversário com shows de Regis Danese e da dupla sertaneja João Bosco & Vinícius
Dia: quinta-feira, 28 de fevereiro
Horário: a partir das 14h
Local: Parque Brasil 500 – Sambódromo
Entrada Gratuita
Peça teatral “A descida do Monte Morgan” – Produção Denise Fraga e Direção Luiz Villaça
Dia: sábado e domingo, 2 e 3 de março
Horário: 20h no sábado e 19h no domingo
Local: Theatro Municipal
Entrada: 1 kg de alimento não perecível. Troque seu ingresso no dia do espetáculo a partir de 2 horas antes do início de cada sessão. Sujeito à lotação do Teatro.
Mais informações: http://www.paulinia.sp.gov.br/noticias.aspx?ID=1421
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Carnaval de rua Paulínia 2013, Resgatando Tradições
Carnaval de Paulínia conhecido como um dos melhores da região de Campinas, teve estrutura reduzida a ponto de não ser manchete principal, um evento emocionante, divertido, cheio de surpresas misturada de confronto político e expectativas.
O evento que anteriormente acontecia no sambódromo e reunia milhares de pessoas de Paulínia e região, contava com shows de cantores e bandas famosas, e agora se resumia a uma pequena festa familiar de apenas um dia na principal avenida da cidade, a José Paulino.
Mas essa mudança trouxe incertezas, um boato rondou o município de que esse ano os paulinenses não teriam carnaval. O Carnaval, uma das festas mais consagrada do Brasil e esperada o ano todo. Somos um povo que adora festas, e mesmo que tudo vai mal, a economia está à beira de um abismo, ou uma catástrofe destrói tudo, quando uma ditadura sufoca a liberdade de expressão, ou quando o dinheiro não dá, nós encontramos força e esperanças para fazer música, dançar e ser feliz.
A mudança da festa fez, o pessoal das redes sociais, apostar que se deu por pouco tempo para contratar bandas e cantores e organizar um evento do porte dos anteriores, alguns julgou ser corte nos gastos, inversão de prioridades, outros birra política, e alguns só resgate de tradição mesmo.
A organização atendeu a demanda da festa com estrutura de palco, som e iluminação para a apresentação de bandas que animaram os foliões com tradicionais marchinhas carnavalescas. Espaço reservado para barracas de bebidas e comidas, banheiros e segurança.
O povo que pode se divertir no meio da avenida mais movimentada de Paulínia só precisa ir para a calçada para dar passagem aos blocos que animavam ainda mais a festa.
Na história blocos e marchinhas também eram uma forma divertida de fazer criticas a um governo e mostrar a realidade ao povo, e era isso que prometia a coligação do ex-prefeito Moura com o bloco "sorria Paulínia". Já era noite quando o grupo composto por simpatizantes, apoiadores e ex-candidatos a vereadores, mascarados de Edson Moura, esposa e filho desceram a avenida empunhados de cartazes com críticas ao prefeito atual, com direito a paradinha em frente ao palco para gritarem "fora Pavan", sendo assim interrompido pelo retorno da banda abafando os gritos do bloco.
O carnaval de Paulínia 2013, foi uma simples e animada festa, que emocionou paulinenses, resgatando tradições e boas lembranças de seus tempos de crianças quando se divertiam no evento que acontecia no mesmo local desse ano.
A organização atendeu a demanda da festa com estrutura de palco, som e iluminação para a apresentação de bandas que animaram os foliões com tradicionais marchinhas carnavalescas. Espaço reservado para barracas de bebidas e comidas, banheiros e segurança.
O povo que pode se divertir no meio da avenida mais movimentada de Paulínia só precisa ir para a calçada para dar passagem aos blocos que animavam ainda mais a festa.
Na história blocos e marchinhas também eram uma forma divertida de fazer criticas a um governo e mostrar a realidade ao povo, e era isso que prometia a coligação do ex-prefeito Moura com o bloco "sorria Paulínia". Já era noite quando o grupo composto por simpatizantes, apoiadores e ex-candidatos a vereadores, mascarados de Edson Moura, esposa e filho desceram a avenida empunhados de cartazes com críticas ao prefeito atual, com direito a paradinha em frente ao palco para gritarem "fora Pavan", sendo assim interrompido pelo retorno da banda abafando os gritos do bloco.
O carnaval de Paulínia 2013, foi uma simples e animada festa, que emocionou paulinenses, resgatando tradições e boas lembranças de seus tempos de crianças quando se divertiam no evento que acontecia no mesmo local desse ano.
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